Mês: fevereiro 2018

Material Escolar foi entregue às Escolas Municipais e Estaduais

Material Escolar foi entregue às Escolas Municipais e Estaduais

Foram entregues entre a última sexta-feira (16) e hoje (19) mais de 1000 materiais escolares arrecadados pela campanha “Plante esperança! Doe material escolar a uma criança”.

A campanha que acontece pelo terceiro ano consecutivo é uma parceria entre funcionários do Banco do Brasil, Agafarma, Águia Fertilizantes, Loja MD, Loja Globo, Rádio Pepita FM e Centro Espírita Alan Kardec.

Para a diretora do Dr. Crispim, Ana Cristina Munhós qualquer ajuda de material é sempre muito bem-vinda. “Principalmente em uma escola onde a comunidade precisa bastante. Apesar de recebermos material da SMED, às vezes a demanda é maior e a época dessa doação é ótima, pois os alunos já iniciam com o que precisam” comentou.

Este ano além das Escolas Municipais, Maria Joaquina de Menezes, Professora Helena Dutra Ferreira, Dr. Cláudio Teixeira Bulcão e Dr. Crispim Raymundo de Souza, as Escolas Estaduais de Ensino Básico e Fundamental Licínio Cardoso e Bernardo de Medeiros também foram contempladas.

Além da doação de material escolar, também houve uma doação de roupas novas, vindas da Loja Globo Confecções, que foi entregue no Centro de Bem Estar do Menor (Cebem) de Lavras do Sul.

                                                                                                                                                                Fonte: Assessoria de Comunicação Projeto Fosfato

                                                                                                                                                                              Contato: comunica@projetofosfato.com.br

Mais um ano de sucesso no Carnalavras 2018

Mais um ano de sucesso no Carnalavras 2018

Um dos maiores e mais tradicionais carnavais do Rio Grande do Sul terminou na noite da última terça-feira, 13, e levou novamente milhares de pessoas a Lavras do Sul.

Segundo o Prefeito Sávio Prestes, o Carnalavras 2018 mesmo com tempo não muito favorável, com chuva e frio, foi um grande sucesso. Durante as cinco tradicionais noites da folia lavrense, houveram desfiles das escolas de samba, de blocos, da Corte Municipal, além dos churrascos e bailes oficiais na Praça das Bandeiras e no Clube Comercial.

O tema deste ano foi “Lavras do Sul e suas riquezas”, dentre elas a mineração que faz parte da história da cidade em vários momentos, desde sua fundação até os dias de hoje.

Parabenizamos o público presente, que proporcionou um carnaval de paz, com poucas ocorrências, segundo estimativas da Brigada Militar, e muita festa e alegria.

                                                                                                                                                             Fonte: Assessoria de Comunicação Projeto Fosfato

                                                                                                                                                             Contato: comunica@projetofosfato.com.br

Mineração em Pauta: A Importância da Mineração

Mineração em Pauta: A Importância da Mineração

Desde épocas bem antigas o homem vem exercendo atividades de mineração, lá no início retirava-se de locais apropriados argila para produzir artefatos de cerâmica, e as rochas duras para preparação de armas e objetos de corte. Desde então, a exploração e o tratamento de minerais serve de base ao progresso industrial e ao comércio, e em função das tecnologias avançadas, é uma das bases do poder econômico, militar e político.

O Prof. Dr. Ítalo Gomes Gonçalves, Coordenador do curso de Mineração da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) comenta que “praticamente todos os bens que consumimos no nosso dia a dia são oriundos da mineração. Os metais, presentes tanto nos equipamentos eletrônicos como no aço que sustenta as construções, têm origem em uma mina”.

É impossível pensar em nosso planeta sem a utilização de recursos minerais. “Outros insumos minerais importantes incluem o cal (um dos ingredientes do cimento), os agregados de construção e rochas ornamentais, as argilas utilizadas na fabricação de papel, tintas e produtos cerâmicos, o carvão, que sustenta a matriz energética em períodos de seca, e até mesmo a água, pois a extração de água mineral também é uma atividade de mineração” observa Gonçalves.

Porém, mesmo com tantos prós, é impossível falar em mineração e não ouvir o que o lado contrário diz. O que precisamos, neste momento, é lembrar e nos conscientizar sobre a relevância dos recursos minerais na vida dos seres humanos, pois esta é incalculável. Não existe outra maneira de fornecimento da matéria prima necessária para o desenvolvimento de produtos básicos, que nos dão conforto, qualidade de vida e alimentação que não seja via mineração.

 “Uma grande parcela dos consumidores não se mostra disposta a abrir mão do conforto para evitar que mais e mais recursos naturais tenham que ser extraídos. Pois sim, nós consumidores somos parte importante desse processo, exatamente porque ditamos a demanda” comenta a bióloga da Prefeitura de Lavras do Sul, Barési Delabary.

Há alguns anos atrás pouco se falava de impacto ambiental, porém hoje as leis e normas que regulamentam a atividade de mineração vistos deste ponto de vista dão um suporte que nos permite confiar quando as empresas se mostram claras e transparentes com relação ao trabalho que irão realizar.

Segundo a bióloga “no Brasil, a legislação ambiental prevê não só o controle ambiental durante a etapa da extração, como também exige o acompanhamento da extração por técnicos habilitados e a recuperação da área degradada ao final da atividade”. Para Barési, se nossa legislação for devidamente aplicada em todas as esferas, veremos reduzir drasticamente os possíveis impactos ambientais e sociais que a atividade poderia gerar.

“As empresas de mineração são obrigadas a reflorestar toda a área que for desmatada e controlar a deposição de rejeitos de forma a evitar a contaminação do solo” comenta o Prof. Dr. Ítalo. Hoje, algumas minas quando finalizadas se tornam aterros sanitários, parques, lagos artificiais, entre outras formas. “Em outros casos o terreno é reconstruído e reflorestado de forma que nem é possível perceber que um dia houve uma mina ali” finaliza Gonçalves.

Para a bióloga a prevenção é o ponto principal quando se fala de mineração. “Ao diagnosticar futuros impactos é possível desenvolver ações para mitigá-los e, em alguns casos, até mesmo impedi-los de acontecer” comenta e finaliza “para que possamos trabalhar a prevenção dos impactos negativos é necessário combater a clandestinidade”.

O Prof. Ítalo acredita que se a mineração cessasse ou fosse reduzida drasticamente, o preço de muitas coisas subiria, e a indústria da reciclagem teria que se desenvolver muito, devido à falta de novas matérias-primas. “Com certeza nossa rotina reverteria àquela de algumas décadas ou séculos atrás, já que a disponibilidade de veículos e eletrônicos seria reduzida” conclui.

Como forma de apelo o coordenador do curso de mineração da Unipampa pede que a sociedade não se deixe influenciar pelos formadores de opinião que tentam transformar a mineração em uma espécie de “patinho feio”, como se só trouxesse prejuízos para o planeta. “A atividade de mineração em si não possui nada de maligno. Entre as pessoas que a praticam podem existir sim pessoas mal intencionadas. Mas os verdadeiros vilões são aquelas que fazem tudo ilegalmente e sem regulamentação.”

Vivemos em uma época que temos uma grande quantidade de informações ao nosso alcance, e isso possibilita acompanhar as mudanças que ocorrem no ambiente e na sociedade de uma forma geral. “Basta que cada um se disponha a conhecer os processos e as normas vigentes, bem como, reconhecer o quanto está inserido nesse sistema para auxiliar na proteção da comunidade e do meio ambiente” orienta Barési Delabary.

                                                                                                                                                             Fonte: Assessoria de Comunicação Projeto Fosfato

                                                                                                                                                             Contato: comunica@projetofosfato.com.br