Mês: junho 2018

Livros arrecadados na campanha “Doe Livros. E dê asas à imaginação!” são entregues

Livros arrecadados na campanha “Doe Livros. E dê asas à imaginação!” são entregues

Na manhã desta quinta-feira, 28, parte do comitê de organização da Campanha “Doe Livros. E dê asas à imaginação” fez a entrega dos 429 títulos arrecadados nos pontos de coleta das entidades envolvidas, espalhados por Lavras do Sul, Porto Alegre e Belo Horizonte. O material recebido foi doado para a Casa de Cultura José Néri da Silveira, de Lavras do Sul e a ação foi realizada pelo coletivo que já organiza a campanha de material escolar há três anos, e que neste, recebeu reforço com a participação da Águia Fertilizantes.

Para o Diretor da Casa de Cultura, Anderson Rodrigues, a doação é uma chance de resgatar alguns leitores e formar novos. “Para nós é muito importante receber uma doação tão expressiva e acreditamos que é uma forma de trazer de volta para Casa alguns antigos leitores.”

Após o sucesso da arrecadação de material escolar, o grupo resolveu se unir novamente por esta importante causa. Com a distribuição dos pontos de coleta, era só esperar pelas doações, e elas aconteceram. O material inclui títulos da literatura nacional e internacional e completarão as prateleiras da instituição que abriga a Biblioteca Pública Municipal.

A representante da Rádio Pepita FM, Isabel Machado, uma das empresas parceiras, falou da importância de abraçar este tipo de causa. “Para nós é uma alegria participar mais uma vez desse tipo de parceria, principalmente por acreditarmos na importância da doação e do incentivo do hábito da leitura”.

 

Campanha “Doe Livros. E dê asas à imaginação!” 2018 – Lançada em 24 de maio e com duração de 23 dias, arrecadou 429 títulos de livros nesta primeira edição. A iniciativa é do coletivo formado por funcionários do Banco do Brasil, Agafarma, Águia Fertilizantes (escritórios de Lavras do Sul e Belo Horizonte), Loja MD, Loja Globo, Rádio Pepita FM, Centro Espírita Alan Kardec e Nano BizTools (com sede em Porto Alegre).

NOSSO TIME

NOSSO TIME

Caçapavano de nascimento, mas lavrense de coração, Ray é um cara que aprendeu a lidar com a vida como a vida lida com ele. Deixou que a história acontecesse e foi agarrando as oportunidades que surgiram pela frente.

Criou-se no campo, ao lado dos pais, José (falecido) e Albina, e da irmã, Cíntia, e por muito tempo fez o trajeto até Caçapava para estudar. Após alguns anos, acabou mudando seu ambiente escolar para Lavras do Sul, e a adaptação foi natural.

Quando chegou o momento de encarar uma universidade, o curso de Tecnólogo em Mineração pareceu ser uma boa escolha. E, apesar de nunca ter tido, anteriormente, contato algum com o setor, naquele momento era a área mais próxima da que ele sonhava em trabalhar, Geologia.

Com o avanço do Projeto Fosfato na região, em 2013, embora tímido, Ray não perdeu a chance de ingressar na Águia Fertilizantes como estagiário. Aproveitou a rica experiência, demonstrou sua qualidade profissional e junto com as práticas oportunizadas pelo estágio desenvolveu seu trabalho de conclusão de curso com o título: Planejamento e Gestão Ambiental das Pilhas de Estéril do Projeto da Mina Três Estradas de Fosfato. E como não poderia ser diferente, assim que se graduou como Tecnólogo em Mineração, em 2014, foi efetivado pela empresa.

Casado com uma lavrense, Suzane, com quem mora e ajuda a administrar o Mega Bodega (padaria localizada no Bairro Olaria), segue lidando sempre que pode com o campo que pertence à família.

Ele conta que não gosta de fazer planos para o futuro, mas sabe bem o que quer e não deixará de trilhar os caminhos que o conduzirem ao seu crescimento pessoal e profissional.

GENTE DE LAVRAS – ANE ROSE

GENTE DE LAVRAS – ANE ROSE

Faz dias frios na região da campanha gaúcha, mas o sorriso dessa lavrense aquece qualquer ambiente. E foi assim que ela nos recebeu, com a casa de portas abertas para um papo descontraído sobre sua trajetória de vida.

Aos 26 anos desembarcava em Lavras do Sul para começar uma vida nova ao lado do Robson, seu marido. E hoje é mãe de três filhos, Alisson, Gabriel e Lorenzo, motivos de grande orgulho. Relembra que aos 11 anos foi afastada da família para ser criada por outra, com melhores condições financeiras, mas acredita que esse tempo que deu a base da qual precisava para decidir fazer na vida apenas o que sabe e gosta.

A música e a dança sempre fizeram parte de sua história. Os olhos dela brilham ao falar que, quando criança, aprendeu a dançar subindo nos pés da avó paterna, Dona Esaura Silva. Sorri contando que ouvir Michael Jackson no rádio – eles não tinham televisão naquela época – era um de seus maiores prazeres. Quando, aos 12 anos, começou a trabalhar como babá, divertia-se assistindo com as crianças ao Show da Xuxa, e vangloria-se: “eu sabia todas as coreografias”.

Ao falar sobre o Grupo Vem Dançar, fica visível a emoção com a qual ela conta cada detalhe dessa história. Após cinco anos do seu retorno para Lavras, Ane Rose percebeu que havia chegado o momento de fazer algo pelo próximo; então se juntou com algumas amigas e iniciou uma turma de dança. As aulas aconteciam em uma sala cedida pela diretora da Escola Dr. Crispim. Logo ela seria convidada para trabalhar na Secretaria de Educação do município e lá veria seu projeto expandir. “Até então, eu só atendia crianças da Olaria, mas, com a chance de ensaiar no Auditório Municipal, comecei a atender crianças de outros bairros” conta.

Desde seu início o grupo já beneficiou cerca de 200 crianças e adolescentes e atualmente conta com 74 integrantes. Mas foi em 2011, que idealizou e concretizou um sonho: realizar um festival de danças em Lavras. O Ourodança teve a ajuda de muitas pessoas, em especial do Grupo The Manifest, de Bagé. Eles haviam participado de um concurso de dança de rua no Programa da Xuxa. Ela conta que a parceria deles só engrandeceu o evento: “sinto-me honrada em dizer que eles foram pioneiros comigo e fico feliz em tê-los todos os anos ao meu lado”.

Para se ter uma ideia da importância dessa iniciativa, o Ourodança já fez parte do calendário de eventos oficial do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, e já passaram pelo festival grupos de Bento Gonçalves, Porto Alegre, Rosário do Sul, São Gabriel, Caçapava do Sul, Bagé, Dom Pedrito dentre outros, com um número bastante expressivo de mais de 300 dançarinos participantes em uma única edição (2012).

Este ano aconteceu a 8ª edição do evento, mas ela fala que, apesar de saber que contribuiu com um pouco do que acha ser a solução para a grande maioria dos problemas das cidades, ainda se preocupa com o futuro do município. Rose diz que vê muitos problemas envolvendo os jovens na cidade e acredita que somente a educação, a cultura e o esporte podem mudar esse panorama. “Ninguém faz nada sozinho. Precisamos de todo mundo que puder ajudar. Criei o grupo e o festival, pois acho que alguém deve começar, mas não fiz nada sozinha!” argumenta ela. Bate no peito e orgulhosa diz que tem as ideias, mas que as estrelas são seus dançarinos. “São eles que sobem no palco. O espetáculo é deles!”.

Nos bastidores, Ane Rose, conta com a colaboração de muita gente. Ex-alunos, pais de alunos, e sua família, que, de forma voluntária, estão sempre dispostos a ajudar de coração, e transformam a vida de muitos jovens na cidade. Embora ainda não haja um local fixo de ensaio, as aulas acontecem em salas cedidas pelas escolas, em praças, ou em espaços que propiciem ensaiar suas coreografias.

Rose é visivelmente uma mulher de muita fibra. Ela conta que muitas vezes a questionam por não cobrar pelo trabalho com a dança, mas ela diz que apesar de ver muita cara feia e muita gente tentando “puxar seu tapete”, acredita que cada um vem com uma missão. Saber que pode proporcionar aos jovens uma alternativa para os problemas que passam é suficiente. “Essa questão da solidariedade para mim é muito importante, pois há alunos que só querem um abraço, muitas vezes não querem nem dançar, querem só alguns minutos de atenção e conversa, e isso sempre posso oferecer” conta orgulhosa.

Quando começamos a falar sobre suas atividades extras, ela dá risada. Além de cuidar dos filhos, do marido, ser merendeira e cuidar do grupo de dança, diz que adora séries, que ama ver filmes e gosta de artesanato. Quando pergunto como é possível achar tempo para fazer tantas coisas, ela diz que, quanto mais coisa faz, mais tempo aparece. “Sou virginiana, portanto gosto de tudo certinho, mas já fui mais perfeccionista” conta. Hoje ela diz ser uma merendeira muito feliz, que realiza suas tarefas com muito amor porque faz o que buscou e acredita muito na velha máxima: “quem trabalha no que gosta nunca cansa”.

Contudo ainda encontra tempo para brincar com os filhos, perceber Deus nas pequenas coisas, e, apesar de ser muito acelerada, gosta de ter momentos de relaxamento, admirando a natureza.

“Muitas vezes acho que já cheguei ao meu limite, que já fiz minha parte aqui na cidade” Ela fala isso repetidamente, mas é visível que Ane Rose ainda fará muito por Lavras do Sul.

Parceria entre Águia Fertilizantes e colégio estadual promove revitalização do ambiente escolar

Parceria entre Águia Fertilizantes e colégio estadual promove revitalização do ambiente escolar

Escola Bernardo de Medeiros recebe apoio para pintura externa e interna

Programas de interesse social resultam em parceria entre a Escola Estadual Bernardo de Medeiros, de Lavras do Sul, e a empresa Águia Fertilizantes para a recuperação e qualificação da fachada e interior da escola. Por meio do Programa Escola Melhor, iniciativa da rede estadual de ensino, e patrocínio do Grupo de Trabalho Nossa Terra, da Águia Fertilizantes foram pintadas salas de aula, corredores e a fachada externa da escola, valorizando e melhorando o ambiente de ensino para estudantes e comunidade escolar.

De acordo com a diretora, Maria de Lourdes Moreira Marques, a instituição de ensino, responsável por 100 alunos, recebeu, da Águia Fertilizantes, doação de tintas e materiais e contou com o envolvimento voluntário dos colaboradores desta empresa para a realização do serviço. “Esta parceria torna o espaço das aulas muito mais agradável para os alunos. O repasse que recebemos mensalmente não daria conta de completar tudo o que precisávamos” comentou a diretora.

A Águia Fertilizantes reconhece o importante papel das empresas na formação de uma sociedade mais igualitária e acredita ser imprescindível a cooperação mútua entre entidades.

 

Grupo de Trabalho Nossa Terra[1] e Programa Escola Melhor

O Nossa Terra, iniciativa da Águia Fertilizantes, tem como objetivo apoiar e promover ações, programas e projetos relacionados a sustentabilidade, meio ambiente, educação, cultura e melhoria da qualidade de vida das comunidades em que seus projetos de mineração estejam inseridos. Já o Programa Escola Melhor, é uma ação do Governo do Estado com a premissa de organizar e viabilizar mutirões e ações de apoio a recuperação de prédios escolares envolvendo a sociedade na busca pela qualidade da educação.

[1] Informe-se pelo site: http://projetofosfato.com.br/nossa-terra/