Mês: junho 2019

Mining Tech & Biz Talks

Mining Tech & Biz Talks

O Projeto Fosfato Três Estradas foi um dos temas abordados, na noite de terça-feira (25), durante o Mining Tech & Biz Talks, evento realizado na Fábrica do Futuro, em Porto Alegre, que debateu temas como o futuro energético do país e as novas tecnologias na mineração. Durante mais de três horas, acadêmicos, empresários e especialistas de diferentes setores conversaram sobre o futuro energético do Rio Grande do Sul e o papel fundamental da mineração para o crescimento econômico do Estado.

Professor do Departamento de Engenharia de Minas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o engenheiro Jorge Dariano Gavronski foi um dos palestrantes do evento e destacou o interesse nas jazidas de fosfato do Estado pela alta demanda de fertilizantes para o agronegócio.

“A mineração é o elo inicial de todos os insumos para construção civil, infraestrutura, construção pesada e indústria de transformação. No caso da jazida de Lavras do Sul, esta não apenas reduziria a necessidade do Estado de importar fertilizantes, como abriria a possibilidade de o RS se tornar um exportador”, destacou.

O especialista ressaltou, ainda, que o setor de mineração conta com grandes avanços tecnológicos que garantem uma redução significativa nos impactos ambientais, sendo um dos grandes focos de desenvolvimento, de atração de empregos e investimentos.

 Participando como ouvinte, o prefeito de Lavras do Sul, Sávio Prestes, aproveitou o momento de bate-papo para comentar que, desde eleito, há dois anos, passou a aprender sobre a mineração e a reconhecer o papel fundamental do setor.

“Acompanhando o projeto da Águia Fertilizantes a partir do trabalho de comunicação feito pela empresa Nano BizTools, compreendi que é preciso enxergar este setor como algo fundamental para o desenvolvimento social e econômico, ainda mais em uma cidade como Lavras do Sul, que se originou a partir da mineração. Cimento é feito de mineração, areia é feita de mineração, quem anda de automóvel depende da mineração. Há uma distorção total sobre o tema, que hoje em dia está ideologizado. É preciso cada vez mais levantar a voz e mostrar o real papel da mineração no Brasil e no mundo”, finalizou. 

Gerente da Águia Fertilizantes participa de Feira de Ciências em Lavras do Sul

Gerente da Águia Fertilizantes participa de Feira de Ciências em Lavras do Sul

Na manhã desta terça-feira, o gerente de geologia do Projeto Fosfato Três Estradas, José Fanton, foi jurado na Mostra Interdisciplinar da Escola Municipal Dr. Crispim Raymundo de Souza. Ao lado da bióloga Marina Cabral e da representante da Associação Universitária Lavrense (ASSUL), Thayza Leivas de Medeiros, avaliou os trabalhos realizados por alunos das turmas de 6° e 7° ano.


Os vencedores foram os seguintes:

  • Sabão caseiro com óleo usado e soda (7°)
  • Permeabilidade do solo (6° ano)

A equipe da Águia Fertilizantes parabeniza os vencedores e os demais participantes.

Águia apresenta Projeto Fosfato para alunos do curso de Geologia da Unisinos

Águia apresenta Projeto Fosfato para alunos do curso de Geologia da Unisinos

A sede do Projeto Fosfato Três Estradas abriu suas portas, na última sexta-feira, para alunos do penúltimo ano do curso de Geologia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Recebidos pelo geólogo Lucas Galinari os estudantes realizaram a visita para entender a geologia e o histórico do projeto. “É importante para a empresa e, particularmente para mim, que já fui aluno, apresentar o Projeto Fosfato. Fico muito feliz em ajudar e apoiar esse tipo de iniciativa, dialogando e realizando discussões técnicas e acadêmicas que enriquecem tanto eles quanto nós” comenta Lucas.

A pesquisa de campo faz parte da disciplina de Geologia Econômica, que sob a coordenação do professor Rodrigo Wink Lopes, estuda o modo de ocorrência em ambientes geológicos propícios para depósitos minerais. “A importância desta visita é o contato do aluno com o lado profissional e prático, uma vez que, durante a graduação, muitos alunos ainda estão escolhendo em que ramo da geologia desejam trabalhar. E também é interessante visualizar e descrever os testemunhos de sondagens realizados pela Águia, além de entender o processo de mineralização do fosfato.”

O gerente de geologia do Projeto Fosfato Três Estradas, José Fanton, salienta: “mais uma vez, nota-se o interesse da comunidade geológica frente à importância da descoberta desse depósito que alia fosfato e carbonato para o uso em fertilizantes e corretivos de solo”.

Para o professor Rodrigo “a saída de campo auxilia o conhecimento teórico que foi discutido em sala de aula, além da importância de se conhecer um empreendimento sério, que faz um trabalho correto e de maneira competente”.

Mineração e a importância do fosfato.

Mineração e a importância do fosfato.

A economia do Brasil sempre teve uma relação estreita com a extração mineral, e no Rio Grande do Sul não foi diferente. Um dos principais exemplos é o surgimento de Lavras do Sul, cidade conhecida por nascer a partir da descoberta de depósitos minerais oriundos de formações ígneas e sedimentares. Foi no final do século XVIII que ricas jazidas de ouro foram identificadas na região, o que fez com que Lavras do Sul recebesse a fama de “Terra do Ouro”. Desde então, ocorreram diversos ciclos de mineração, que durante décadas estiveram focados neste tipo de minério.

O cenário começou a mudar a partir de 2007, quando a antiga crença de que o Estado do RS não tinha vocação geológica para ocorrências de fosfato, foi derrubada após a realização de pesquisas geológicas em Lavras do Sul.

Descobriu-se, através de pesquisa de ouro da Mineração Santa Elina (2008), que na região, além de ocorrer diversas concentrações de minerais do Estado (segundo estudo da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM), a região possui jazidas de fosfato com viabilidade técnica e econômica para extração, comprovada pelo intenso trabalho de pesquisa efetuado pela Águia Fertilizantes nos últimos oito anos.

O fósforo, componente natural de animais e vegetais, é o grande responsável pela geração de energia para produção vegetal, já que é crucial na fotossíntese e para a reprodução, além de participar ativamente do processo de crescimento e sustentação dos vegetais. Em animais ruminantes, este sal é requerido para digestão da celulose e síntese de proteína microbiana, sendo essencial para garantir um bom desenvolvimento corporal e maior ganho de peso. Por isso, junto com o nitrogênio e o potássio, é um dos principais nutrientes encontrados em fertilizantes inorgânicos, insumo insubstituível e cada vez mais necessário na agricultura e na suplementação animal.

Na produção agrícola, os fertilizantes são responsáveis por 30% do custo dos agricultores, devido principalmente ao grande aumento nos preços de seus principais componentes. Atualmente, o mercado brasileiro possui uma forte dependência externa de fosfato, importando cerca de 59% para atendimento do consumo interno. Deste total, 28% do consumo está na região sul do Brasil, sendo 13% exclusivamente do RS. Dentro deste contexto, o governo do Rio Grande do Sul considera alguns projetos, como o de extração de fosfato em Lavras do Sul, estratégicos para alavancar a geração de emprego e consequentemente a economia.

Reconhecida por ser a única cidade no Estado com remates de gado geral em todos os finais de semana, Lavras do Sul hoje também mostra seu potencial para a agricultura. Isto demonstra a importância da descoberta de uma jazida de fosfato em suas terras, já que segundo estudos, reduzirá em 80% a dependência da matéria prima hoje importada. Um ciclo econômico que beneficiará não só a região, mas todo o Estado do Rio Grande do Sul.

Águia Fertilizantes recebe visitantes da Universidade Federal do Pará

Águia Fertilizantes recebe visitantes da Universidade Federal do Pará

Interessados em conhecer a história sobre a descoberta da grande jazida de
carbonatito no Rio Grande do Sul, engenheiros, geólogos, agrônomos e professores das Universidades Federal do Pará, Federal Rural da Amazônia e Unilasalle visitaram, na última semana, a sede do Projeto Fosfato Três Estradas.


De acordo com José Fanton, gerente de geologia do Projeto, a iminência da
construção e início da produção de fosfato na cidade de Lavras do Sul gerou a curiosidade dos pesquisadores da área.


“A visita superou as expectativas de conhecimento geológico, e achamos
muito interessante a proposta do projeto” comentou Rubens Müller Kautzmann, engenheiro de minas e professor da Unilasalle.