Moradores das Três Estradas falam sobre relação com a Águia Fertilizantes

Estar em harmonia com a comunidade é condição básica para o sucesso de qualquer empreendimento, e a Águia Fertilizantes sabe disso. Estabelecida em Lavras do Sul desde 2011, a empresa vem mantendo um diálogo aberto e transparente com a população local informando sobre o tipo de pesquisa mineral que é feita na região, cumprindo com as normas estabelecidas em lei e recolhendo os impostos pertinentes ao setor da mineração.

Após o lançamento do Projeto Fosfato Três Estradas, em agosto de 2017, que pretende extrair, beneficiar e comercializar o minério de fosfato para produção de matéria prima voltada à indústrias de fertilizantes,  a empresa vem trabalhando para manter a população informada sobre todos os passos do empreendimento por meio de um diálogo aberto e constante com a comunidade local. Muitos já sentem o efeito disso.

Filho da Dona Giselda, uma das moradoras mais antigas de Três Estradas, uma parteira que fez vir ao mundo mais de mil pessoas, o Sr. Wainer da Silva Parodes confirmou a boa relação que tem com os funcionários da Águia Fertilizantes: “Nunca invadiram o que é meu, sempre fui informado como iria funcionar o Projeto e nunca nos negaram qualquer coisa”.

Além dele, centenas de outros moradores das Três Estradas tiveram, em mais de uma ocasião, oportunidade para conhecer os detalhes do Projeto, em rodas de conversa e debates com os responsáveis pelo Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto do Meio Ambiente (EIA/RIMA). “Sempre que me pediram disponibilizei o salão daqui da minha propriedade para que eu e nossos vizinhos tivéssemos a oportunidade de ter os esclarecimentos que precisávamos” completa Wainer.

A grande maioria dos moradores que serão atingidos pelo empreendimento já sinalizaram, inclusive, que venderão suas terras caso seja necessário: “Não tive nenhum problema com a empresa, quando eu manifestei alguma contrariedade nós conversamos e houve acerto”, comenta o produtor rural da região Evandro Camera. Ele conta que sempre teve todo tipo de explicação que foi solicitada: “A gente não compreendia tudo, e sempre tiveram paciência para explicar”.

Antônio David Farina, um dos proprietários com os melhores índices de produtividade da região e que está estabelecido em Lavras do Sul há 14 anos, diz que ninguém deseja ter que mudar seus planos, mas entende que um empreendimento desse porte é capaz de trazer benefício para um Estado inteiro, deve receber o aval de todos. “Nunca tive problemas, nem com a Águia e nem com o pessoal que veio fazer os estudos de impacto ambiental. No início não queria que entrassem aqui nos meus campos e sempre fui respeitado. Aos poucos fui recebendo informações e conversando e hoje tenho uma boa relação” comenta.

Para o gerente do Projeto da Águia Fertilizantes, José Fanton, sempre foi interesse da empresa proporcionar aos moradores de Lavras do Sul e de toda a região o máximo de informações. “Procuramos mostrar com transparência o que se prevê com a implantação do empreendimento, suas vantagens e as implicações” comentou. Àqueles que ainda se posicionam contra o projeto, a empresa segue com as portas abertas para um diálogo construtivo.

 Referindo-se aos boatos pejorativos que eventualmente circulam sobre o empreendimento, o produtor rural e morador da região das Três Estradas, Elvis Reni Camargo, destaca que as pessoas não deveriam falar inverdades: “Nunca deixaram uma porteira aberta e tudo o que foi tratado sempre foi cumprido. Andamos lendo algumas coisas e parece que nós também devemos falar, as minhas reivindicações sempre foram atendidas. Meu irmão e minha irmã que não moram aqui na área como eu, estão mais felizes com a possibilidade de negociar seus campos. Para mim foi um pouco mais difícil. Se me perguntar eu não escolheria sair daqui, mas é por um bem maior, então eu não me importo de comprar campo e seguir trabalhando em outro lugar”.

Assessoria de Comunicação Projeto Fosfato