perguntas frequentes

A mineração de fosfato não vai causar ou produzir qualquer tipo de contaminação que possa prejudicar ou impedir qualquer tipo de produção na região. Será compatível com produções de excelência, tanto na pecuária quanto na agricultura.

Além disso, com o interesse e apoio de todos os setores envolvidos, a Águia pode tornar-se parceira para auxiliar no desenvolvimento das cadeias produtivas locais que já operam ao longo de diversas gerações a fim de torná-las ainda melhores, mais qualificadas e com condições de competir igualmente nos melhores mercados consumidores mundiais.

Até o funcionamento da unidade de mineração, o projeto passa por três grandes etapas: Planejamento, Implantação e Operação, e em todas elas é preciso diversas licenças dos Governos Federal, Estadual e Municipal.

O projeto Três Estradas está na fase do planejamento, na qual são realizados estudos ambientais, projeto básico de engenharia e estudo de pré viabilidade. Em termos ambientais, nesta fase, precisa-se do licenciamento prévio (LP). Nesta fase são realizadas pesquisas, reuniões com a comunidade, estudos e relatórios técnicos com a finalidade de caracterizar o empreendimento e obter autorização para iniciar a próxima fase que trata da licença de instalação (LI).

Os próximos passos são implantação e operação. Para a implantação é preciso ter uma licença de instalação concedida pelo órgão ambiental estadual (FEPAM), já que nesta fase são realizados estudos de viabilidade e projetos de engenharia detalhada.

Por fim, entra-se na fase de operação, que ocorre somente com licença de operação (LO) que também é emitida pela FEPAM. Nesta fase é desenvolvida a pré operação, a operação da atividade de mineração e posteriormente o fechamento, etapa que envolve muitas ações da empresa com acompanhamento governamental e público.

As principais estruturas do empreendimento serão: Planta de Beneficiamento, Cava, Pilhas de Estéril, Barragem de Rejeito e Calcário, Barragem de Água, e acessos.

As dimensões da cava e das barragens serão divulgadas tão logo sejam confirmadas pela equipe de engenharia do projeto.

A atividade de mineração costuma desenvolver as cidades onde se instala, não somente pelas vagas de emprego diretas, mas pelas oportunidades de criação de novos negócios (produtos e serviços) que precisarão ser gerados para atender um empreendimento de grande porte. Portanto, além de potencializar os empreendimentos que já existem na região, novos poderão se instalar, oferecendo serviços de comércio, gastronomia, hotelaria, transporte, entre outros.

Estima-se cerca de 350 vagas de emprego diretos (pessoas que trabalharão diretamente na unidade de mineração, empregados pela empresa) mas, em geral, um projeto deste tamanho gera oportunidades para pequenos e médios empreendedores, assim como para empresas de várias regiões do Estado.

Não é desejo da empresa, nem faz parte da política de relacionamento da Águia fazer negociações ou ações que deixem as pessoas desamparadas. Sabemos que os proprietários de terras na região passarão por mudanças nas suas vidas e rotinas, seja saindo do local ou permanecendo como vizinhos do empreendimento. Por isso, cada caso será estudado e negociado diretamente com os proprietários e moradores locais.

As práticas mais comuns e utilizadas no Brasil são:

  1. Aquisição de terras (feita pela empresa)
  2. Arrendamento de terras (feita pela empresa)

A Águia já está em atuando em Lavras do Sul desde 2011, realizando pesquisas minerais que confirmaram a presença do minério em quantidade e qualidade que possam justificar a implantação de uma operação de mineração.

A instalação da operação em mineração ainda depende de vários estudos e autorizações que podem levar vários anos para concretização. A revisão do cronograma pretendido pela empresa será apresentada tão logo seja concluída pela equipe de engenharia.

Durante o trabalho inicial realizado para o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto no Meio Ambiente (RIMA), havia uma projeção de operação de 15 anos no local. Com a revisão que está sendo realizada, tanto no projeto conceitual quanto no EIA/RIMA, estima-se que a operação com a produção do concentrado de rocha fosfática será realizada ao longo de 22 anos. Com relação ao segundo produto, o calcário calcítico, estima-se uma operação e comercialização ao longo de aproximadamente 50 anos.

As pesquisas continuam e as melhorias de projeto também. Portanto, esses tempos são estimados e podem passar por ajustes tanto durante as etapas de projeto e durante a operação do empreendimento.

Tramitam junto ao Governo do Estado, especificamente na Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM), o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), e o Relatório de Impacto no Meio Ambiente (RIMA). Até que o órgão examine e tenha alguma posição ou avaliação sobre o conteúdo, o documento não é liberado.

O EIA é feito por uma empresa independente, contratada pela Águia, que seleciona profissionais de diferentes formações, como biólogos, engenheiros, sociólogos, geólogos, historiadores, entre outros, com o objetivo de fazer o mais completo estudo e panorama da região, mapeando os impactos para a sociedade, para a flora, para a fauna e para as comunidades do entorno. Tudo deve ser levantado e relatado a partir de estudos técnicos que buscam as melhores soluções e os menores impactos, para que assim sejam apresentados ao Governo para análise.

Atualmente, o Projeto Fosfato Três Estradas, em Lavras do Sul, passou por melhorias, e no dia 11 de janeiro de 2017 foi definido juntamente com a Fepam que serão realizadas modificações, visando minimizar os impactos ambientais. A Fepam está aguardando a revisão do EIA para prosseguir com a análise. Este é motivo pelo qual o documento ainda não está liberado pela Fepam à comunidade.

A prioridade da Águia é contratar profissionais de Lavras do Sul e Região, por entender que estes profissionais compreendem a cultura e estarão próximos de suas famílias, obviamente, já adaptadas ao meio. As cidades de Bagé, Pelotas, Caçapava do Sul e Santa Maria possuem diversos cursos de graduação e especialização que serão importantes para suprir as necessidades de mão de obra, inclusive aqueles relacionados à engenharia e geologia que estão mais diretamente ligados ao empreendimento.

A empresa proporcionará cursos técnicos e da capacitação para aqueles que forem trabalhar na operação ou serviços diretos da operação. Em geral, entre três e seis meses antes da operação da unidade de mineração os profissionais selecionados serão capacitados em diversas áreas desde operação de máquinas até setores administrativos. No entanto, sempre que possível é importante que cada profissional preocupe-se com a necessidade da qualificação constante buscando cursos e formações proporcionadas em sua região a partir de Sindicatos, Sesi, Prefeitura, etc. Isso os ajudará na habilitação para cada oportunidade que surgir.

A Águia é uma empresa responsável que preocupa-se com o meio ambiente, seguindo rigorosamente as recomendações legais do país. Toda atividade de mineração tem plano de instalação e também plano para fechamento da mina. Passados os anos previstos de atividade e no caso de fechamento da mina, a área será devolvida recuperada do ponto de vista estrutural e ambiental.

A maneira como isso ocorrerá dependerá do projeto final das instalações (tamanhos das estruturas, atividades públicas e privadas desenvolvidas no entorno, por exemplo). Além disso, o plano pode ser desenvolvido em conjunto com a comunidade, atendendo demandas da região.